Lixão de Iguatu: o problema persiste ~ Ceará da Gente

Lixão de Iguatu: o problema persiste


O Lixão de Iguatu já esteve estampado nas manchetes dos principais sites e blogues do Estado por diversas vezes. Por não comportar mais resíduos, a rampa de lixo já chega às margens e acostamento da CE-282. O entulho invade áreas vizinhas e causa transtorno para os moradores. O mal cheiro domina e os problemas ambientais se acumulam.

O lixão foi instalado em 1989, e já está saturado há anos.  Além da contaminação do lençol freático, existe outro grave problema que é a poluição provocada pela queima do lixo. A fumaça, no início da noite, encobre parte da cidade e os mais afetados são os moradores da Vila Cajazeiras. Em determinada época do ano, com o vento em direção à área urbana, as famílias sentem o mau cheiro e o incômodo causado pela fumaça. Idosos e crianças são os mais prejudicados, com problemas alérgicos e respiratórios.

Em julho passado, o prefeito Edinaldo Lavor, divulgou a iminência da solução do problema, através da formalização do Consórcio Regional para o manejo e destinação dos resíduos sólidos. O Consórcio visa a construção do aterro sanitário para uso coletivo, nos próximos anos.

Iguatu já construiu um aterro sanitário na gestão de Agenor Neto, porém a obra nunca funcionou porque foi embargada por problemas ambientais, dentro de uma área de lagoa, e por ter sido alvo da operação fumaça, da Polícia Federal, que apura a desvios na saúde.

Para Iguatu, o novo aterro sanitário representa o fim de um cartão postal vergonhoso e para as cidades vizinhas participantes do consórcio uma chance de causarem menos dano ao meio ambiente por estar em uma iniciativa dessas antes que o problema se agrave e chegue à situação do lixão de Iguatu.

Enquanto a espera se arrasta, a população e o meio ambiente sofrem, e as imagens envergonham!

Com informações do DN e site da Prefeitura Municipal de Iguatu)

Fotos: Chagas Fernandes Olinda (Fotos retiradas neste dia 20/09)