Abrindo o Baú de Memórias: A História do Disco de Vinil ~ Ceará da Gente

Abrindo o Baú de Memórias: A História do Disco de Vinil

O Nosso Baú de Memórias hoje se abre para mostrar a história do Disco de Vinil. Apesar das novas tecnologias que vieram depois do Vinil ou Long Play (LP), para quem viveu na era de ouro dessa mídia, o Vinil preserva ainda na memória o charme de décadas que foram muito representativas para a música, a sociedade e a vida de toda uma geração. Buscamos informações junto ao Wikipédia e ao Site Universo do Vinil para resgatar essa história.

O Disco de Vinil é uma mídia desenvolvida no final dos anos 40 para reprodução musical, que usa um material plástico chamado vinil, geralmente feito de PVC, usualmente na cor preta, que registra informações de áudio e que podem ser reproduzidas através de um toca-discos.

O disco de vinil possui microssulcos ou ranhuras em forma de espiral que conduzem a agulha do toca-discos da borda externa até o centro no sentido horário. Trata-se de uma gravação analógica, mecânica. Esses sulcos são microscópicos e fazem a agulha vibrar. Essa vibração é transformada em sinal elétrico, que é posteriormente amplificado e transformado em som audível.

O vinil é um tipo de plástico muito delicado e qualquer arranhão pode tornar-se uma falha, a comprometer a qualidade sonora. Os discos precisam constantemente ser limpos e estar sempre livres de poeira, ser guardados sempre na posição vertical e dentro de sua capa e envelope de proteção (conhecidas, vulgarmente, como capa de dentro e de fora). A poeira é um dos piores inimigos do vinil, pois funciona como um abrasivo, a danificar tanto o disco como a agulha.

História

O nascimento do Vinil data de 21 de junho de 1948, nos EUA, pela Columbia Records, e na Europa em 31 de agosto de 1948, pela empresa alemã Deutche Grammophon – ambas reivindicam o direito de serem as inauguradoras deste formato. A nova mídia substituiu os antigos discos de goma-laca de 78 rotações - RPM (rotações por minuto) - usados desde 1980. Mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio, os discos de vinil trouxeram também o diferencial de reproduzirem um número maior de músicas, excelência na qualidade sonora, além da atratividade das artes das capas externas.

Os discos de vinil se tornaram obsoletos a partir da chegada dos compact discs (ou CD), lançados em agosto de 1982 na Alemanha pela Polygram, com tecnologia superior ao vinil, acompanhando o ritmo do desenvolvimento da tecnologia dos aparelhos de som, oferecendo maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados.

No final do século XX os discos de vinil desapareceram quase por completo. Em  2002  o CD já dominava 72% do mercado mundial.

Processo de Fabricação

Fábrica de Vinis Polygram
O processo de fabricação do disco de vinil inclui sete etapas: 

  • Depois de a música ser gravada, misturada e masterizada em estúdio, em fita magnética ou, na actualidade, em algum suporte digital, esta gravação é remasterizada para adaptar ao meio em que vai ser gravada, o que é especialmente importante nos discos de vinil devido à sua resposta na frequência, à interferência entre canais (estéreo, por exemplo) provocado pelo processo mecânico de corte e posteriormente pela leitura por agulha, e pela dependência do tempo total disponível no disco relativamente ao volume da gravação, sendo este um processo decisivo no resultado final. 
  • O processo de remasterização pode implicar (dependendo da técnica e equipamento usado) a eliminação de certas frequências, um trabalho aturado sobre a diferença de fase de áudio (entre canais), assim como a normalização do nível de volume (nível sonoro do sinal), que pode passar por compressão, determinação da intensidade relativa dos instrumentos entre os canais, e determinação da largura e profundidade do sulco em função da duração total da obra a gravar no disco, uma vez que quanto maior o volume da gravação mais largura ocupará o sulco e portanto menor será a duração máxima possível do que se poderá gravar no disco em causa. 
  • Nesta fase, conhecida como “cortar a matriz” (também se pode cortar um dubplate se o objectivo final não é prensar outros discos) transfere-se o conteúdo da fita dita master para a matriz de acetato também conhecida como lacquer master. É um disco geralmente feito de alumínio polido recoberto com um banho depositado por gravidade de laca nitrocelulósica (acetato de nitrocelulose) negra, ou (dependendo do fabricante) com tons azul ou avermelhados, e com uma espessura entre 0,6 e 1 mm. O equipamento usado para o corte da matriz de acetato é conhecido como “torno vertical de gravação fonográfica”, o qual contém uma cabeça de corte que grava (corta e modula o corte) o sulco, transferindo a música contida na fita master para o matriz de acetato, passando entretanto por um processador que lhe aplica uma equalização especial chamada curva RIAA para gravação, o qual adapta o sinal registado às características físicas de um disco de vinil. As entradas “phono” de um amplificador ou mesa de mistura diferenciam-se de qualquer outra entrada do mesmo equipamento (para CD, por exemplo) por incorporarem uma equalização inversora da curva RIAA de gravação, e chamada curva RIAA de reprodução. A necessidade deste processo de equalização deve-se às caracteristicas mecânicas do processo de gravação e reprodução, e às suas inerentes limitações e características. 
  • Uma vez gravada a matriz de acetato ou master, esta é lavada com detergentes e coberta com cloreto de estanho, o qual permite a aderência de uma delgada capa de prata que é então aplicada. 
  • O disco já prateado é submerso numa solução de níquel, que adere ao disco e o cobre por completo, por processo galvânicos (aplicação de uma corrente elétrica). Este disco, assim preparado, é então retirado e novamente lavado. A este processo chama-se banho galvânico ou galvanoplastia. 
  • A capa de prata e níquel é então retirada da matriz de acetato, obtendo-se portanto uma cópia negativa da mesmo, chamada simplesmente matriz, “macho” ou disco pai
  • Do disco matriz, é obtida uma cópia positiva, chamada disco mãe. Se este disco contém a informação correta o processo é repetido até se obterem mais oito discos “mãe”. De cada uma das 8 cópias do “disco mãe” fazem-se duas cópias negativas, chamadas discos estampadoresou “carimbos”. Este processo é repetido com o outro disco pai que representa o outro lado do disco final. 
  • A partir do “disco estampador” (ou “carimbo”) tiram-se as cópias positivas finais ou copias comerciais, por simples prensagem de uma pastilha quente de cloreto de polivinilo ou mais modernamente de poliéster, chamado o “donut”, entre os dois carimbos, moldes estampadores ou matrizes correspondentes às duas faces do disco. Finalmente adiciona-se, por simples colagem, a etiqueta em cada face do disco, identificando o seu conteúdo. Esta cópia final é a que é vendida ao público. Actualmente as tiragens de discos de vinil com cada matriz de acetato não ultrapassam em geral a centena de unidades, quando na sua época se atingiam tiragens de muitos milhares. 
Existe ainda uma técnica denominada “direct metal mastering” (masterização direta em metal) ou DMM na qual a música é transferida diretamente para um disco metálico relativamente pouco duro, em geral de cobre. Por este processo, apenas é necessário seguir o processo galvânico para obter os estampadores, diminuindo os custos de produção. Também existem discos em que o processo de corte é efetuado a uma velocidade mais baixa que a de reprodução, normalmente metade ou um quarto, sendo o disco resultante de qualidade notavelmente melhor em toda a banda de frequências audível pelo ouvido humano. Este mesmo processo permitiu também gravar vídeo em discos de vinil, ou áudio multicanal, como foi o caso dos formatos cd4, SQ, QS (ou outros sistemas de 4 canais).

Tipos

Durante o seu apogeu, os discos de vinil foram produzidos sob diferentes formatos:
  • LP: abreviatura do inglês Long Play (conhecido na indústria como, Twelve inches— ou, “12 polegadas” (em português) ). Disco com 31 cm de diâmetro que era tocado a 33 1/3 rotações por minuto. A sua capacidade normal era de cerca de 20 minutos por lado. O formato LP era utilizado, usualmente, para a comercialização de álbuns completos. Nota-se a diferença entre as primeiras gerações dos LP que foram gravadas a 78 RPM (rotações por minuto).
  • EP: abreviatura do inglês Extended Play. Disco com 25 cm de diâmetro (10 polegadas), que era tocado, normalmente, a 45 RPM. A sua capacidade normal era de cerca de 8 minutos por lado. O EP normalmente continha em torno de quatro faixas.
  • Single ou compacto simples: abreviatura do inglês Single Play (também conhecido como, seven inches—ou, “7 polegadas” (em português) ); ou como compacto simples. Disco com 17 cm de diâmetro, tocado usualmente a 45 RPM (no Brasil, a 33 1/3 RPM). A sua capacidade normal rondava os 4 minutos por lado. O single era geralmente empregado para a difusão das músicas de trabalho de um álbum completo a ser posteriormente lançado .
  • Máxi: abreviatura do inglês Maxi Single. Disco com 31 cm de diâmetro e que era tocado a 45 RPM. A sua capacidade era de cerca de 12 minutos por lado.

Analógico X digital

Diferenças entre os principais formatos de discos:

Os discos de goma-laca de 78 rotações, foram substituídos pelo LP. Depois o CD tomou o lugar de destaque do LP, pois teve ampla aceitação devido sua praticidade, seu tamanho reduzido e som, aparentemente, livre de ruídos. A propaganda do CD previa o fim inevitável do LP, que é de manuseio difícil e delicado. Na verdade, décadas após a criação dos CD os discos de vinil ainda não foram totalmente aposentados.
Entusiastas defendem a superioridade do vinil em relação às mídias digitais em geral (CD, DVD e outros). O principal argumento utilizado é o de que as gravações em meio digital cortam as frequências sonoras mais altas e baixas, eliminando harmônicos, ecos, batidas graves, “naturalidade” e espacialidade do som. Estas justificativas não são tecnicamente infundadas, visto que a faixa dinâmica e resposta do CD não supera em todos os quesitos as do vinil. Especialmente quanto se trata de nuances que nos sistemas digitais são simulados através de técnicas de dithering.
Os defensores do som digital argumentam que a eliminação do ruído (o grande problema do vinil) foi um grande avanço na fidelidade das gravações. Os problemas mais graves encontrados com o CD no início também foram aos poucos sendo contornados. Os sucessores do CD, o DVD-Audio e o SACD, oferecem largura de banda e amostragens superiores ao CD, apesar de sua baixa penetração no mercado, devido à proliferação do mp3, um formato digital independente de mídia, mas com notáveis perdas de qualidade de som devido aos algoritmos de compactação de dados.
Ainda existe o forte aspecto lúdico que os discos de vinil proporcionam segundo os seus defensores, já que a embalagem comercial do LP proporciona um espaço muito maior de exposição em relação ao CD por exemplo; onde costuma-se inserir artes e posters em tamanho muito superior, e de fato vários vinis lançados ao longo dos seus anos dourados (e atualmente também) possuem em suas embalagens verdadeiras obras de arte, muito apreciadas por entusiastas que as manuseiam durante a audição dos discos. Este ritual próprio de desembalar, manusear cuidadosamente o disco, apreciar a arte dos grandes encartes, virar manualmente os lados quando estes acabam é muito apreciado pelos defensores desta mídia analógica, representando uma melhor apreciação do som e do produto mercadológico oferecido pelo artista.
Por estes motivos até hoje se fabrica LP e toca-discos em escalas consideráveis, bem como intensa procura e troca de novos e usados, que são objetos de relíquia e estima para audiófilos e entusiastas de música em geral.

Ressurreição do Vinil

Nos EUA, o comércio de vinil voltou a crescer acima de 50% em 2014. De acordo com o The Wall Street Journal, ao todo 9,2 milhões de LPs foram vendidos no no ano de 2014, um crescimento de 53% em relação a 2013. No total, a pesquisa de Nielsen SoundScan aponta que as compras dos discos nos EUA representam 6% de todo consumo de música no país. Entre os artistas que mais venderam disco de vinil, estão: Artic MonkeysLordeLana Del ReyLady Gaga, entre outras bandas que atraem um público mais jovem no país e no restante do mundo.
Todavia, em 2017 os discos de vinil mais vendidos vieram de relançamentos de clássicos (The BeatlesPink Floyd e outros), grandes nomes da atualidade como Ed Sheeran e trilhas sonoras como Guardiões das Galáxias e La La Land..
De acordo com o relatório da Recording Industry Association of America (RIAA) que consolida os números de 2017, os downloads digitais representam menos receita e menor quantidade de vendas perante as mídias físicas como CDs e discos de vinil, mesmo levando em consideração que os CDs estão cada dia mais em baixa. Essa recente divulgação da RIAA mostrou que as vendas de downloads digitais despencaram no ano de 2017.
Com queda de 25%, os downloads digitais renderam apenas US $ 1,3 bilhão em relação ao ano anterior, enquanto a receita de produtos físicos caiu apenas quatro por cento, faturando US $ 1,5 bilhão. É o terceiro ano consecutivo em que o formato de downloads digitais registra declínios de dois dígitos, e a primeira vez desde 2011 a ficar atrás das vendas de músicas físicas (CDs mais discos de vinil). E como consequência disso, a Apple (uma das pioneiras de vendas neste formato) já anunciou mudanças no seu negócio de downloads de música e vai fechar o iTunes LP.
De acordo com o relatório da IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica) de 2017, o streaming de música é o modelo que mais alcança rentabilidade para a indústria fonográfica, porém, os discos de vinil, mesmo não representando as grandes rentabilidades do streaming, é considerado como uma das mídias mais em alta e mais rentáveis dos últimos anos.

No Brasil e na América do Sul

No Brasil, o LP começou a perder espaço em 1992. Em 1993 foram vendidos no Brasil 21 milhões de CDs, 17 milhões de LPs e 7 milhões de fitas cassetes.
O LP foi lançado comercialmente em 1951, mas só começaria a suplantar o formato anterior a partir de 1958 (formato 78 RPM de 10 polegadas fabricados em goma-laca, que foram introduzidos no país em 1902 e abandonados de vez em 1964). Com o lançamento do CD em 1984, anos depois o LP começou a perder espaço (isso a partir de 1992). Em 1991 foram vendidos 28,4 milhões de LPs no Brasil. Em 1993 foram vendidos 21 milhões de CDs, 16,4 milhões de LPs e 7 milhões de fitas cassetes e em 1994 foram 14,5 milhões de LPs. O LP ainda manteve vendagens razoáveis até o final de 1995, mantendo nesse ano vendagens entre 5 e 10 milhões de cópias.
A partir de janeiro de 1996, as vendas do LP começaram a declinar acentuadamente em função da estabilização da moeda (consequência do Plano Real e melhoria do poder aquisitivo da população, que permitiu a população adquirir mídias musicais mais modernas), apesar de nesse ano as vendagens de LP serem de 1,6 milhão de unidades e quase zero no ano seguinte. As grandes gravadoras produziram LPs até 31 de dezembro de 1997, restando apenas uma gravadora independente em Belford Roxo (a Vinilpress), vindo a falir no ano 2000 fazendo o vinil praticamente sair das prateleiras do varejo fonográfico. Apesar disso, uma pequena parte ainda foi comercializada até meados de 2001, quando começaram a popularizar mídias digitais tais como o Ipod e o Napster.[
Na segunda metade de 2008, os proprietários da Polysom, informados do volumoso crescimento na venda de vinis nos Estados Unidos e na Europa, depararam-se com a possibilidade de adquirir o maquinário da antiga fábrica e reativá-la. Em setembro do mesmo ano, começaram as diligências e os estudos que resultaram na aquisição oficial, em abril de 2009. No final de novembro de 2009, depois de meses de restauração, a fábrica finalmente fica pronta, sendo feitos os primeiros testes com os LPs produzidos. A fábrica tem capacidade para produzir 28 mil LPs e 14 mil Compactos por mês. Estabeleceu-se como única fábrica de vinis de toda a América Latina, condição que se mantinha até o final do terceiro trimestre de 2017, quando a fábrica Vinil Brasil foi inaugurada..
Porém, a partir de 2016 e 2017 a cultura do vinil se espalha e são abertas fábricas em outros países da América do Sul, como a Argentina e o Chile. Na Argentina, a Laser Disc e a Hamilton Records, e no Chile, a Libre Records. Desta forma, passamos a ter neste pedaço das Américas, duas fábricas no Brasil (Polysom e Vinil Brasil), duas na Argentina (Laser Disc e Hamilton Records) e uma no Chile (Libre Records), totalizando 5 fábricas no subcontinente.
No Peru, a Infopesa passou a vender discos de vinil do seu catálogo nacional – vendidos no Peru, contudo, os discos são fabricados em outros países – e na Colômbia há uma tentativa de reconstrução da fábrica de Henry Cavanzo.

Fábricas no Mundo

Apenas 29 países no mundo possuem fábricas de vinil, portanto, é uma atividade industrial bastante escassa com 990 fábricas ao todo e no continente africano não existe nenhuma.
Os discos de vinil na decoração
O estilo Vintage tá em alta, e além de itens decorativos, a paixão por itens antigos está presente no universo dos colecionadores e produtores de eventos. Todos os tipos de festas, cerimônias, comemorações podem ser adaptadas ao estilo, e os discos de vinil têm sido comumente utilizadas como utensílios decorativos, tanto esses espaços vintage nas residências e outros espaços, quanto para representar uma época e estilo em diferentes eventos.
Colecionadores e apaixonados pelo vinil
O cantor Ed Mota é um apaixonado colecionador de Discos de Vinil
O Vinil é um dos objetos que fascina muitos colecionadores, que revesam os sentimentos de paixão e obsessão pelas relíquias. Os apaixonados pelos Discos de Vinil não só conservam o prazer de possuir o maior número possível de LPS, mas ainda alimentam a paixão de ouvi-los. 
Na direção contrária das facilidades e da praticidade que a tecnologia trouxe, para armazenar em maior quantidade, ouvir as músicas desejadas, ter a disposição nas mídias a música que quiser, no horário que quiser, estão aqueles que ainda se sentem fascinados pelo que os discos de vinil representam. Para estes, ouvir uma música numa plataforma digital não seduz tanto quanto o prazer de botar um LP para tocar, e se conectar com a aura simbólica de um período em que a música importava mais do que tudo
"Pegar carona nessa máquina do tempo e ter em mãos um objeto que oferece sentido tátil ao amor que resiste em nós pela música, pelos artistas e pelas gravações é uma experiência imbatível. O vinil é um suporte simbolicamente perfeito para o exercício amoroso de se ouvir um disco, seja uma novidade ou um clássico. Um objeto apaixonante para um hábito apaixonado!" (hypeness.com.br)
Cuidados com a coleção de vinil
A sua coleção de vinis necessita de cuidados especiais que correspondam ao seu valor material e sentimental. 
- Jamais empilhar os seus discos. Eles podem quebrar e arranhar. Eles devem ser armazenados preferencialmente em uma estante específica, na posição vertical;
- Recomendamos que sejam guardados de forma a localizar o disco desejado facilmente, assim não bagunça a coleção ou manuseia os discos desnecessariamente;
- Estar atento ao ambiente, evitando colocar a estante de discos em locais que apresentem umidade, exposição a raios solares e poeira;
- Invista em um plástico como proteção extra, além da capa. Isto ajuda a evitar os agentes que podem arruinar seus preciosos discos;
Ao tirá-los da capa para tocá-los na sua vitrola ou mostrá-lo orgulhosamente aos amigos, jamais toque o centro do vinil! Pegue-o sempre pelas bordas, com as pontas dos dedos. Quando não for mais usá-lo, coloque-o direto de volta na estante. Não deixe para depois! Qualquer arranhão pode danificar seu disco;
Apareceu uma sujeirinha? Deixe-o descansar em uma mistura de água com detergente neutro, limpe-o suavemente com uma esponja macia e deixe-o secar na sombra. Produtos mais fortes, como álcool, sabão em pó ou silicone, além de não limparem seu vinil, podem afetar a qualidade do som e causar o acúmulo de sujeira na agulha da vitrola.
Esperamos que tenha sido bom conhecer um pouco da história desse item tão presente na vida de muitas pessoas, que certamente fez parte de muitos romances, muitos momentos compartilhados com familiares e amigos, e encantou uma geração jovem nas discotecas, baldas e tertúlias da vida!
Logo logo a gente resgata mais emoções em nosso Baú de Memórias!

Fontes: Wikipédia, Universo do Vinil, Hypeness, Blog do Colecionador.